- Desenvolvimento Somático (motricidade, fala)
- Desenvolvimento Emocional (comportamento, adaptações e personalidade)
Fases de desenvolvimento humano:
1. FASE ORAL:
Crianças entre 0 a 18 meses de idade;
Fase de explorar o corpo através da boca, dando sensação de segurança e satisfação.
Até o 6° mês de vida existe o que chamamos de simbiose, ou seja, a criança se sente fusionada a mãe (não consegue distinguir limites).
Após o 6° mês: criança já se sente mais "desapegada" da mãe;
Aprende a mastigar e a morder;
Fase em que começa a aceitar melhor a ausência da mãe, gradativamente.
Sucção: É nesta fase que a criança desenvolve este hábito, pois é importante para sua sobrevivência.
Existe também a necessidade fisiológica (deve cessar entre 9 a 12 meses de vida) e a necessidade psicológica (quando a criança está cansada ou insatisfeita, deve cessar no máximo aos 3 anos de idade, caso contrário a criança poderá ter problemas de oclusão e no desenvolvimento da fala).
2. FASE ANAL:
Ocorre entre 18 meses a 3 anos de idade.
A criança é capaz de:
- Controlar sua bexiga e o intestino (controle do próprio corpo);
- Começa a ter visão clara do seu "eu".
- É capaz de ficar sentada de 10/20 minutos;
- Fazer duas atividades concomitantemente (sentar e abrir a boca);
- Compreender explicações simples.
3. FASE FÁLICA:
Abrange crianças de 3 a 5 anos de idade.
- Complexo de Édipo:
Fase em que se desenvolve:
- Desejo de explorar
- Curiosidades
- Fazem regras
Entendem metáforas e usam a imaginação.
4. FASE DE LATÊNCIA:
Fase escolar, de 5 a 12 anos de idade. A criança deixa de ser o "centro das atenções" e passa a participar de um ambiente social.
São características dessa fase:
- Desejo de explorar o mundo
- Comparar-se aos outros
- Gosto de colecionar e competir
- Estabelece diálogos abstratos
5. FASE GENITAL:
Abrange o período da adolescência, de 13 a 19 anos.
O adolescente busca sua própria identidade, seu auto-conhecimento. Se importa com a aparência.
MEDO
No atendimento odontológico, o profissional deve identificar o medo da criança, conhecer a causa e saber diferenciar o medo da timidez por exemplo.
MEDO OBJETIVO DIRETO:
Ocorre devido a experiências anteriores quer foram dolorosas ou desagradáveis durante um atendimento odontológico.
MEDO OBJETIVO INDIRETO:
Experiência desagradável que ocorreu em um ambiente semelhante ao do consultório odontológico (médico, hospital) e há uma correlação com o que se passou.
MEDO SUBJETIVO:
Se dá através de informações passadas por uma outra pessoa. A criança ouve falar de um acontecido (não agradável) e imagina acontecendo com ela.
É o medo mais difícil de ser controlado pois não há uma causa concreta que possa ser identificada e tratada.




